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Por que falar de responsividade?
Em textos anteriores do nosso Blog, como este: disponível em iJunior, já abordamos o tema responsividade. Trata-se de um critério de suma importância para garantir uma boa experiência do usuário, pois promove a usabilidade de um site em qualquer dispositivo, seja ele móvel ou não.
E você há de concordar que, hoje em dia, porque o volume de acesso a sites é majoritariamente realizado através de smartphones e tablets, um site responsivo não é mais um plus, mas um must. Por isso, por vezes, torna-se um filtro limitador, atrás do qual ficam clientes em potencial, afastados da sua marca pela barreira da plataforma.
Mas o que é responsividade, afinal?
O que é responsividade?
Consiste em técnicas de Web Design de desenvolvimento web que permitem a adaptação de uma página na Web, seja ela um site ou uma aplicação, para qualquer dispositivo eletrônico – desktops, notebooks, tablets, smartphones etc.
Se você não sabe o que é Web Design e qual a sua importância, por que não confere este artigo do nosso Blog?: disponível em iJunior.
Cada dispositivo possui suas sutilezas e exigências, que vão desde funis, como utilização de recursos computacionais, por exemplo, até questões estéticas.
Por isso, os profissionais dessa área precisam conceber um verdadeiro camaleão tecnológico, que permite a adaptação da disposição de elementos, tamanho de fontes e imagens e reorganização de menus interativos.
Pode parecer que a responsividade é um emaranhado intricado de if’s e else’s; um código complexo que cogita todas as possibilidades possíveis e possui uma resposta para todas elas. Uma presunção fatalmente equivocada.
Muito pelo contrário, o design é flexível e se ajusta conforme o necessário.
A adaptação dinâmica garante, inclusive, uma manutenção mais eficiente, uma vez que reduz a dificuldade de manuseio do código. Isso implica diretamente em um melhor custo-benefício, apesar de um investimento inicial maior.
Como se implementa a responsividade?
Na prática, como um código mais simples e passível de menos reajustes ao longo do tempo pode contemplar tantas possibilidades e atender a tantos diferentes públicos? Veja, a seguir, os princípios da responsividade.
HTML e CSS
Essas duas tecnologias, em conjunto, permitem redimensionar, ocultar, reduzir ou ampliar um site automaticamente. Enquanto o HTML provê a estrutura e o conteúdo, o CSS permite o design e o layout.
Grades fluídas
Ao invés das dimensões do elemento serem dadas em função de um número fixo de pixels, usam-se unidades relativas para realizar esse dimensionamento, como porcentagens, por exemplo, de modo a utilizar um espaço proporcional, dado aquele disponível.
Imagens responsivas
Tal qual as grades fluídas, as imagens responsivas também se adaptam às dimensões da tela, permitindo que o usuário acesse as imagens em sua totalidade, sem comprometer a sua experiência.
Media Queries (ou “consultas de mídia”)
OK, mas como a aplicação sabe quais são as características do dispositivo que acessa a aplicação?
Através das media queries!, técnicas do CSS com as quais a aplicação tem acesso às especificidades do dispositivo que quer acessá-la, como as dimensões da tela e sua resolução, por exemplo. Dessa forma, é possível “criar” um layot personalizado.
Pontos de interrupção (ou “breakpoints”)
Também definidos por meio das media queries, são larguras de tela específicas que, quando atingidas, determinam quando e como o conteúdo se reorganiza ou se ajusta, para garantir a legibilidade e usabilidade. Por exemplo, em dispositivos móveis, geralmente são usados pontos de interrupção em torno de 320px ou 480px.
Frameworks pré-concebidos
Quem é programador sabe que, com certeza, alguém no passado precisou fazer o mesmo que você e deixou essa herança para a comunidade de desenvolvedores.
Bootstrap e Foundation são exemplos de bibliotecas que reúnem componentes e sistemas pré-construídos, facilitando o desenvolvimento de aplicações web.
Conclusão
O Web Design responsivo prevê que tanto o design quanto o desenvolvimento devem responder a estímulos do ambiente e ao comportamento do usuário.
Ele torna os sites mais rápidos, acessíveis e fáceis de se navegar. Isso aumenta o tempo de permanência do lead no seu site, de modo que o objetivo é que ele fique tempo o suficiente para se tornar um cliente.
Essa permanência, entretanto, muitas vezes pode ser entendida como “tolerância” a um site problemático.
Dessa forma, explicita-se a necessidade de fazer com que a experiência do usuário não seja uma barreira, mas sim um incetivo ao consumidor de adquirir aquele produto ou serviço . E responsividade de um site contribui e muito para uma experiência agradável.
Para conferir todos os benefícios dessa funcionalidade, leia este nosso artigo sobre o tema: disponível em iJunior.
Referências
- HubSpot: “Responsividade web: sabia que esse é um dos pilares do Web Design?”. Disponível em HubSpot;
- Adobe for Business: “Responsive web design basics”. Disponível em Adobe for Business;
- Browser Stack: “Responsive Web Design: What is it and How to Use it?”. Disponível em Browser Stack.







